Lentamente se constatou que se tratava de uma tábua com caracteres árabes escritos dos dois lados e… não vale a pena relatar aqui o tamanho que foi a nossa alegria!




ma sequência de cerca de 15 poços até se atingir a profundidade de -280m, alcançando-se assim a rede da Cueva Cañuela. Passos na História
Torca Tonio
Em 1986, M. António Peral, habitante de Socueva, mostra a entrada ao grupo de espeleólogos franceses do S. C. du CAF que a exploram até aos -228m.
No ano Seguinte as grupos S. C. Paris, G. S. BM e o S. C. du CAF, conseguem passar a diáclase estreita de -100m, por uma via paralela à já conhecida do ano anterior, e a 14 de Agosto, alcançam a sala Guillaume realizando assim a ligação com a Cañuela.
Cueva Cañuela
A Cueva Cañuela é uma cavidade conhecida desde sempre, mas a sua exploração sistemática só aconteceu, pelo Spèlèo-Club de Dijon, em 1959 (Cañón Oeste) e 1967.
A travessia converteu-se numa grande clássica com 2 km de percurso e cerca de 400m de desnível.
A equipa: Pedro Pinto, Joanaz de Melo, Rui Francisco, Pep Pujal, Marília Moura, Tiago Borralho e Pepe Roig.
Encontramos belos meandros e outros que amaldiçoamos, salas com grandes dimensões e um conjunto de obstáculos entre os quais um lago que tivemos que transp
3 de Agosto de 2008, mais uma vez a Cantábria, mais uma vez a região do Alto Asón, mais um dia de boas memórias.
Com uma rede subterrânea de mais 800m de desnível e com um rio subterrâneo de cerca de 30km de desenvolvimento, quatro pisos sobrepostos de galerias e, até há pouco tempo, com o maior poço vertical da Europa com 300m de profundidade, a Coventosa é a segunda maior cavidade de toda a Cantábria e a terceira de Espanha.
Mesmo “bicando” valeu bem a pena e recomenda-se!
O filme da excursão do CEAE à região cantábrica, em Agosto de 2008, está disponível para download em versão DVD e Blu-Ray, na área de vídeos do CEAE, em: http://www.lpn-espeleo.org/ A Malta.
Início de Maio de 2006, a nossa equipa inicia uma nova abordagem à zona do Cabo Espichel começando por esta cavidade. Seguimos a tendência de desenvolvimento das grutas da Cadeia da Arrábida que, preferencialmente, seguem a junta de estratificação. Assim, analisando o mar que penetra na cavidade por uma fenda ao longo de morosos segundos, realizamos um conjunto de actividades para conseguir desvendar esse segredo. A inacessibilidade do sítio obrigou-nos a executar um sistema de montagem de cabos para nos permitir alcançar a parede oposta, único local que nos oferecia condições para iniciar a exploração propriamente dita.
Pode ser descarregado em: http://www.lpn-espeleo.org/index.php?option=com_content&task=view&id=52&Itemid=49