
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Cueva de la Gándara, Espanha.
Impressionou-me, acima de tudo, a facilidade com que se chega à entrada da gruta e daí até às primeiras salas: a sua preservação é excelente.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Um Ano.
Com ele, procurei partilhar um pouco das experiências que tenho vivido ao longo destes Onze anos de pura paixão pelo mundo subterrâneo, do companheirismo que a ele vem associado e, acima de tudo, da minha maneira de estar na vida… numa (na maior) parte da minha vida.
A gruta do Meio, Cabo Espichel.
Abîme de Bramabiau, França.
A Gruta do Sono, Serra dos Pinheirinhos.
Sima de la Cuesta del Cuivo - Mortero de Astrana, Espanha.
Lapa do Forte do Cavalo, Serra das Baterias.
Travessia La Rubicera – Mortero de Astrana, Espanha.
Descida ao Aven de Hures, França.
Gruta do Frade, Serra dos Pinheirinhos.
Travessia Gouffre du Burtetch – Grotte du Riusec, França.
Gruta Garganta do Cabo, Cabo Espichel.
Trou des Corbeaux, França.
Gruta do Meio. A descoberta.
Cueva Coventosa, Espanha.
Travessia du Pas-d`Estrech – La Cabane de St-Paul, França.
Travessia Torca de Tonio – Cueva Cañuela, Espanha.
Uma Descoberta Fantástica.
Gruta de Loferer Schacht, Áustria.
Gouffre Berger, França.
O tempo do Risco.
Férias, pois então!
Gouffre du Trou du Vent de las Goffias, França.
A Gruta do Frade… e o 11 de Setembro de 2001.
Operação Cantábria 2009.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Operação Cantábria 2009.
Na semana de 31 de Maio a 6 de Junho executamos as travessias da Torca Tibia – Cueva Fresca, Cueto – Coventosa, Sistema del Río Munio e ainda uma pequena incursão ao Sistema del Gándara.
Estas travessias caracterizam-se pela sua grande extensão e desnível. Também as marchas de aproximação obrigam os espeleólogos a vencer desníveis consideráveis para alcançar a entrada.
Como já vem sendo hábito no nosso grupo e depois de algum tempo gasto na sua edição, publicamos agora em vídeo o registo dessa grande semana.
Disponível nas versões Windows Media, DVD e Blu-Ray, na secção de vídeos do site www.lpn-espeleo.org
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A Gruta do Frade
Foram ao fim desse tempo, mais de quinhentos dias e quinhentas noites debaixo de terra, foram muitos verões em que os nossos amigos, à superfície, não nos viam em lado nenhum mas aguardavam as nossas notícias. Foi uma imensa ida ao paraíso na terra por nós conquistado, foi um grandioso estado de alma que nos fechou num mundo, para nós, perfeito.
Ao longo desses quatro anos, nos meses referidos, a nossa equipa entrava na caverna quase sempre às segundas-feiras e só voltava a ver a luz do dia na sexta-feira seguinte. Durante esses dias estávamos totalmente incontactáveis, em regime de auto-suficiência e, do mundo lá fora, só tínhamos actualizações quando chegávamos ao ponto de partida, no porto de abrigo de Sesimbra.
Na segunda-feira do dia 11 de Setembro de 2001 aconteceram os atentados suicidas nos Estados Unidos, e nós, tínhamos entrado na gruta às 09:30h. Só voltamos a sair na sexta-feira seguinte e, sobre este acontecimento que marcou e mudou o mundo, só soubemos do sucedido em casa, pela televisão, quatro dias depois!
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Gouffre du Trou du Vent de las Goffias, França.
França e os franceses não se podem queixar da qualidade do seu património subterrâneo assim como dos seus exploradores e não é por acaso que eles marcam bem a diferença em relação aos seus colegas europeus.
Não digo isto por serem eles os pioneiros e percursores da espeleologia moderna, mas pelo admirável empenho de dar à espeleologia técnico/científica e seu merecido lugar de destaque.
Ao longo de mais de cem anos são deste país o maior número de nomes e de referências que
contribuíram e contribuem, muitas vezes de forma anónima, para o conhecimento das ciências subterrâneas. Muitos tem hoje estatuto de lendas tal é o reconhecimento que os espeleólogos actuais lhes atribuem, outros, são-lhes dispensados tais reconhecimentos que são tidos quase como deuses.Encontramos também aqui nesta recatada gruta, como em muitas outras desta região, uma sala com o nome de um deles “Martel” e, não foi que me parecesse mal, mas fiquei a pensar: - mas porquê sempre Martel… então e os outros?
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Férias, pois então!
Depois de um ano pleno de intensidade subterrânea rumámos até terras madeirenses que não sendo propriamente virtuosas em grutas é, em paisagem de montanha, um dos melhores quadros nacionais. A sua floresta laurissilva classificada pela UNESCO em 1999 como património da humanidade, por aí se encontrar a maior e mais bem conservada mancha, veste-lhe bem a orografia.
Sente-se natureza na Madeira, as formações geológicas, as associações vegetais, a fauna presente e as marcas humanas de um passado muito pouco distante estão aqui ainda em quase perfeita simbiose.
Existem muitas maneiras de se abordar, pela primeira vez, a ilha na sua versão mais naturalista sem se ser propriamente um turista clássico, do caminhar por caminhar, do ir ali porque se foi ali. Quando chegamos só sabíamos que íamos ver a ilha (arquipélago), pois a informação que tínhamos colhido era um pouco escassa. Sabíamos de antemão que devíamos ir ali ou acolá porque amigos nos tinham sugerido, mas não há nada como improvisar no próprio dia!
Adquirimos um guia de veredas e levadas disponível nos centros turísticos, com base neste traçamos os nossos percursos por essas paisagens naturais deslumbrantes, medimos a hora de chegar fazendo estimativa aos quilómetros que vinham pela frente e, uma máquina fotográfica, uma câmara de vídeo, um par de botas, pernas e vontade fizeram o resto.
Madeira 1ª Parte.
Madeira 2ª Parte.



