O verão de 2006 foi especialmente gratificante pela descoberta pessoal da região dos Grands Causses.

Na zona de Causse Méjan existe a localidade de Hures onde se situa um algar com o mesmo nome. Este foi explorado pela primeira vez por E. A. Martel no ano de 1889 e desde aí sucessivas explorações o foram revelando cada vez mais fundo, sintetizando os passos normais de uma exploração continuada que aos poucos foi expondo esta espectacular escultura do mundo subterrâneo.
Na zona de Causse Méjan existe a localidade de Hures onde se situa um algar com o mesmo nome. Este foi explorado pela primeira vez por E. A. Martel no ano de 1889 e desde aí sucessivas explorações o foram revelando cada vez mais fundo, sintetizando os passos normais de uma exploração continuada que aos poucos foi expondo esta espectacular escultura do mundo subterrâneo.

Seguiram-nos até à entrada da gruta e lá ficaram quando deixamos a superfície.
Continuamos seguindo outro meandro com água
Foi o primeiro espaço subterrâneo onde me depar
…passos na história.
1889; Martel desce à cota de -121m e detém-se perante um poço de 11m então inu
ndado.
1892; Armand e Arnal encontram esse poço seco, descem-no e detêm-se perante um meandro.
1931; R. de Joly, S. Arnal e Guy de Lavaur conseguem com sucesso atravessar o meandro e detêm-se num entupimento a -187m.
1948; o Spéléo-Club dês Grands Causses encontra os detritos do entupimento muito diminuídos devido a inundações e chegam aos -192m.
1958; os espeleólogos de L`Alpina detêm-se numa conduta (em abóbora) inundada e interrumpida por areia e galhos a -193m.
1970; Y. Aucant e J. C. Frachon forçam a passagem em apneia mas não vão longe devido ao equipamento. Ainda nesse ano o C.A.F e o Spéleo Club dês Causses, de Millau, encontram o local muito seco e chegam a -260m junto a uma estreiteza.
1972; o S.C. de la M.J.C. Rodez passam esse obstáculo e continuam por um meandro, um poço e uma conduta forçada que acaba num sifão a -307m.
1974; o mesmo grupo descobre o acesso ao grande poço do “eco” que evita passar a conduta molhada. Em Setembro desse ano descobrem um laminador que dá acesso ao mesmo sifão terminal a -310m.
1973; R. Pelissier mergulha no sifão a -307 e chega à cota -326m.
1980; F. Poggia mergulha no mesmo sifão e desce a -345m.
1889; Martel desce à cota de -121m e detém-se perante um poço de 11m então inu

1892; Armand e Arnal encontram esse poço seco, descem-no e detêm-se perante um meandro.
1931; R. de Joly, S. Arnal e Guy de Lavaur conseguem com sucesso atravessar o meandro e detêm-se num entupimento a -187m.
1948; o Spéléo-Club dês Grands Causses encontra os detritos do entupimento muito diminuídos devido a inundações e chegam aos -192m.
1958; os espeleólogos de L`Alpina detêm-se numa conduta (em abóbora) inundada e interrumpida por areia e galhos a -193m.
1970; Y. Aucant e J. C. Frachon forçam a passagem em apneia mas não vão longe devido ao equipamento. Ainda nesse ano o C.A.F e o Spéleo Club dês Causses, de Millau, encontram o local muito seco e chegam a -260m junto a uma estreiteza.

1972; o S.C. de la M.J.C. Rodez passam esse obstáculo e continuam por um meandro, um poço e uma conduta forçada que acaba num sifão a -307m.
1974; o mesmo grupo descobre o acesso ao grande poço do “eco” que evita passar a conduta molhada. Em Setembro desse ano descobrem um laminador que dá acesso ao mesmo sifão terminal a -310m.
1973; R. Pelissier mergulha no sifão a -307 e chega à cota -326m.
1980; F. Poggia mergulha no mesmo sifão e desce a -345m.
Grandes momentos que aqui passámos, amigo! Tens razão, temos que voltar aos Grands Causses e a este Aven de Hures.
ResponderEliminarAbraço